LINGUAGEM DE SINAIS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

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LINGUAGEM DE SINAIS PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

A linguagem de sinais é a linguagem que se utiliza de gestos, sinais e expressões faciais e corporais em vez de sons, é a linguagem natural que os deficientes auditivos usam em sua comunicação. Cada país tem a sua própria língua gestual, e algumas receberam reconhecimento oficial. No Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Como na língua falada, esta também possui diferenças consideráveis entre si, variações externas e internas (regionalismos).

Não se sabe quando as línguas de sinais começaram, mas sua origem remonta possivelmente a mesma época ou época anterior àquelas em que foram sendo desenvolvidas as línguas orais. E como as línguas faladas se desenvolvem e aprimoram com o uso.

Uma curiosidade é que a língua falada não é o mesmo que alfabeto datilológico – de uma só mão. É uma forma de se comunicar que se utiliza na língua de sinais, seria a soletração. Cada letra possui um formato diferente, feito com uma das mãos.

 

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Como o zumbido quase acabou com a minha carreira

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Como o zumbido quase acabou com a minha carreira

Mais um artista da música mundial revela que sofre de zumbido. O vocalista Chris Martin do Coldplay já vem sofrendo de zumbido há mais de dez anos.

O músico que sofre de zumbido desde a sua adolescência por ouvir músicas altas aconselha os jovens de hoje a não fazerem o mesmo para que não tenha o mesmo destino que ele mesmo teve. Chris também revela que o seu zumbido e dores de cabeça se estabilizaram após começar a proteger os seus ouvidos.

Depois de os médicos avisarem que o zumbido poderia encerrar a sua carreira musical, ele começou a usar tampões de ouvido em seus concertos e toda vez que se apresentava em algum show.

Conselho: O cantor, que é casado com a atriz de Hollywood, Gwyneth Paltrow, tem dois filhos, Apple, 7 anos e Moses, 6 anos, e diz que os seus filhos estão protegidos de música alta em todos os momentos.

“Cuidar dos ouvidos é, infelizmente, algo que você não pensa até que haja algum problema.”

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Cigarro afeta a audição, indica estudo

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Cigarro afeta a audição, indica estudo

Os fumantes, em comparação aos que nunca fumaram, apresentam mais risco de contrair infecções respiratórias; cânceres; doenças circulatórias, como arteriosclerose, aneurismas da aorta e acidentes vasculares cerebrais; além de distúrbios em vários órgãos, entre eles, o ouvido. É o que comprova uma pesquisa apresentada como dissertação de mestrado na Unifesp, na qual foram avaliados 144 indivíduos – 72 fumantes e 72 não fumantes –, de ambos os sexos e com idades que variaram entre 20 e 31 anos.

No estudo, foram considerados fumantes os indivíduos que fumavam mais de cinco cigarros por dia e por um período superior a um ano. A pesquisadora encontrou em 40,3% dos fumantes avaliados queixas de zumbido na audição. O índice é quatro vezes maior quando comparado ao resultado de indivíduos que não fumavam, de 11,1%.

Exames de audiometria também detectaram prejuízos na audição de fumantes. De acordo com a fonoaudióloga Carolina Pamplona Paschoal, autora da pesquisa, em 13,9% dos usuários de tabaco foi detectada disfunção coclear, ou seja, ausência de sons gerados dentro da cóclea – tanto espontaneamente ou como resposta a uma estimulação acústica –, mesmo quando os indivíduos apresentavam limiares auditivos dentro dos padrões de normalidade. “É a cóclea, um pequeno órgão do ouvido humano, que amplifica o som, quando necessário, e converte as vibrações acústicas em sinais elétricos que o cérebro lê e interpreta como sons”, explica a pesquisadora. Em não fumantes, o índice de disfunção coclear foi de 2,8%.

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